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Nus pelo bem!

Os atletas de remo da Universidade de Warwick, no Reino Unido, são mundialmente conhecidos por outros atributos que vão além do esporte.

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O grupo ficou famoso por fazer fotos em que aparece nu para um calendário beneficente. O artigo está esgotado por lá e há apenas a versão para download ou um DVD da sessão de fotos. A renda arrecadada vai para a Fundação StandUp Ben Cohen, que procura combater o bullyng. Será que a moda pega por aqui?

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Veja o video

 

Mexicanos posam nus durante festival do Dia dos Mortos

Cerca de 150 pessoas ficaram sem roupa para as lentes de artista. Elas foram cobertas com lençóis transparentes em Guanajuato.

U.S. artist Spencer Tunick talks to naked volunteers in San Miguel de Allende

Dezenas de voluntários mexicanos posaram sem roupa para o artista Spencer Tunick durante o Festival dos Esqueletos, em comemoração ao Dia dos Mortos, no domingo (4). Cerca de 150 pessoas participaram da foto. Cobertas com lençóis brancos transparentes, elas posaram no início do dia no estado de Guanajuato.

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Reuters

Tradução Equipe OS NATURISTAS

Exposição Nackte Manner (Homem Nú), causa polemica nas ruas de Viena

As pessoas olham para publicidade  e criam controversias para o Modo Nackte da exposição realizada no museu Leopold em Viena.

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A publicidade retrata modelos nus vestindo apenas meias de futebol e tênis, em Viena, que começou em 22 de outubro de 2012, e fica aberta ao publico até 28 de janeiro de 2013. 

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Turistas ao atravessar a rua olham para os banners publicitários polêmicos, mesmo assim, o clamor público que antecedeu a exposição, que apresenta cerca de 300 obras de rastreamento a história da nudez masculina na arte ocidental, superou as expectativas dos organizadores.

No início desta semana, os funcionários disseram que curvar-se à avalanche de reclamações e censurar cartazes promocionais ao redor da cidade.

Reuters

Tradução Equipe OS NATURISTAS

Anúncio de mostra em museu de Viena chama atenção com nu gigante

Exibição ‘Naked men’ trará representações de homens nus desde o séc. XIX. Montagem com retrato nu virou cenário de fotos em frente ao museu.

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Uma mostra que será aberta dentro de 10 dias em um museu de Viena, na Áustria, já tem chamado atenção A exibição ‘Naked men’ (‘Homens nus’), que traz representações de homens nus desde o século XIX até os dias atuais, está sendo anunciada com um enorme retrato montado em uma escada em frente ao Leopold Museum. A peça tem servido como cenário de fotos para os passantes.

O programado é que a coleção de imagens fique exposta no local de 19 de outubro até 28 de janeiro de 2013.

Reuters

Equipe OS NATURISTAS

A cidade está nua

Despir-se em público, ou em locais supostamente públicos, pode ser visto como um ato de loucura, uma graça gratuita, um desacato ao pudor.

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O nu coletivo e o nu individual

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Pelas lentes de artistas como Spencer Tunick, Pablo Saborido e Erica Simone, entretanto, a atitude ganha novos significados: despir-se em pleno espaço urbano pode ser, também, ummaneira de despir o próprio espaço urbano

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O rei desfilava na sua carruagem, mostrando à população a sua nova e magnífica roupa – visível, de acordo com os supostos alfaiates que a produziram, só pelas pessoas mais inteligentes. E todos aqueles que assistiam à parada, espertos que são, faziam questão de elogiar o tecido, o corte, as cores da tal da roupa – exceto uma criança que, ao notar o óbvio e gritar “o rei está nu!”, fez com que o povo compreendesse aquilo que de fato estava vendo: um rei pelado.

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Por diferentes razões – sociais, políticas, culturais, econômicas –, a distinção entre o que é público e o que é privado torna-se cada vez mais complicada. Pouca gente sabe, hoje em dia, o que pertence ao terreno de um e de outro. Ao mesmo tempo causa, consequência e “solução” dos conflitos urbanos, a construção de shopping centers e condomínios fechados, por exemplo, acabou transformando a cidade num local repleto de muros e câmeras de vigilância – e vazia de encontros e de visibilidade. Estamos tão enclausurados em nós mesmos que os outros – ou o Outro – são de certa maneira invisíveis no nosso dia a dia.

E é justamente o encontro – ou o contato direto, sem barreira alguma – entre homens e mulheres da cidade que o norte-americano Spencer Tunick, ao registrar multidões de pessoas nuas em diversos locais do mundo, promove.

“Naquele momento”, diz o arquiteto André Goldman, que participou da performance realizada por Tunick em 2002 durante a Bienal de São Paulo, “apesar de estar no mesmo espaço e no mesmo corpo de outrora, eu vivenciava novas experiências sensoriais e, sobretudo, sociais e culturais – apenas por estar pelado. A perda da noção do proibido em relação às ‘partes íntimas’ me fez perder também o excesso de erotização relacionado ao sexo. Estávamos, de fato, todos pelados e despreocupados com sexo ou vergonha: era natural!”

Enquanto Tunick foca um coletivo, um aglomerado de pessoas peladas, Pablo Saborido, argentino radicado em São Paulo, retrata indivíduos desprovidos não só de roupas, mas também da tal convivência com o Outro. Na série Construcción-desnuda, ele mostra seres nus e solitários inseridos em lugares vazios e silenciosos de cidades como São Paulo, Buenos Aires, Barcelona, Paris e Jerusalém.

“Penso que meu trabalho sugere um desajuste entre o homem e o espaço que ele habita, bem como a luta para conseguir reestabelecer um equilíbrio”, comenta o artista. “É um trabalho otimista, que acredita no sucesso dessa procura.”

Pelada com a mão no bolso

 A francesa radicada em Nova York Erica Simone, por sua vez, realizou uma série de autorretratos chamada Nue York, na qual ela se mostra nua – às vezes com um sapato ou uma bota, às vezes com um cachecol, uma luva ou outro acessório – em espaços públicos de Nova York. “A ideia é evocar um questionamento básico sobre a utilidade social da roupa”, afirma ela. “A moda tende a falar por nós, antes mesmo de termos uma chance de dizer algo. Segrega e nos congrega de várias maneiras, é uma linguagem silenciosa e global. Eu queria ver como as pessoas se sentiriam nas ruas sem o amparo dessa linguagem, entender o que seria, enfim, a vida nua.”

Claro que o nu na arte não é novidade. O interessante dessas obras, porém, é que elas não trabalham na dimensão do erótico, do sensual ou do pornográfico. Tanto o corpo coletivo de Tunick quanto os corpos solitários de Saborido, por exemplo, fazem com que paremos para pensar nas relações que temos conosco, com o outro e com a cidade. E, ao nos mostrar em nosso estado mais primitivo, desnudam, de uma maneira ao mesmo tempo poética e política, a atual lógica do público e do privado.

Ricardo Oliveros é jornalista, mestre em arquitetura e urbanismo e curador de artes plásticas.

 Efemero Concreto

Equipe OS NATURISTAS

 

Nuas para caridade!

Um calendário com fotos seminuas das trabalhadoras de  Marks & Spencer  levantou £ 2,500 para caridade apesar de  ser vendido sob o balcão.
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A publicação apresenta as trabalhadoras nuas e de topless no Calendário elas posam com itens que envolvem a venda, tais como bolos, jornais, roupa interior e marshmallows. Não foi destinado à venda ao público, mas se espalhou e as cópias foram compradas discretamente.
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‘Nós não eramos realmente autorizadas a colocá-lo em exposição na loja “, disse um membro do pessoal na loja em Barnstaple, . Devon “. As fotos foram colocadas em um saco de papel marrom, para ser honesta” . e elas dizem que apenas um número limitado de calendários foram produzidos, os quais já foram vendidos. 

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Um porta-voz da M & S disse: ‘M & S apoia os esforços da loja Barnstaple de . angariar fundos para a Saúde de  Devon para as  unidades de Quimioterapia. “Um número limitado de calendários foram produzidos por membros do pessoal para vender a amigos e familiares, e nunca foram destinados à venda comercial na loja.

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 Fonte metro.co.uk

Equipe OS NATURISTAS

Dieux du Stade 2012

O Dieux du Stade é um calendário, que traz jogadores de rúgbi como vieram ao mundo.
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O projeto francês existe há 10 anos e tem sua renda revertida para causas sociais. A edição de 2012 traz Sébastien Torresin na capa. Ele e um time de jogadores foram clicados pelo top fotógrafo François Rousseau. Essa é a terceira colaboração de Rousseau para o calendário.
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O tema de 2012 é “sobreviventes de um mundo perdido, tentando entrar a bordo de um navio”. Enquanto tentam se livrar do fim do mundo, os moços também se livram de suas roupas e chegam ao tal barco só com a bola de rúgbi. A estética lembra o seriado “Spartacus”, e o clima é meio dramático.

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Equipe OS NATURISTAS

Sul americanos desnudos

São mais de 80 fotos em branco-e-preto de sul americanos nús
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Todos eles retratados em seu ambiente de trabalho e em diversos países como Argentina, Brasil, Chile e Paraguai. O trabalho é resultado de várias viagens do fotógrafo argentino Marcos Zimmermann pela América Latina.

E nele é possível ver muito mais do que os genitais destas pessoas, mas também a realidade em que vivem, o contexto e paisagem nos quais estão inseridos. É toda uma viagem morfológica, social e cultural. Tudo isso permeado por fragmentos de textos de Borges e Puig, entre outros.

Veja as fotos 

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Equipe OS NATURISTAS

Spencer Tunick no mar morto

O artista americano Spencer Tunick, famoso por seus retratos de nus coletivos, fotografou neste sábado mil pessoas sem roupa à luz do amanhecer na margem israelense do Mar Morto, o lugar mais baixo do planeta.

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“Esta manhã vocês também são artistas”, disse Tunick aos participantes quando a escuridão da noite ainda inundava a praia, situada perto da localidade de Ein Ghedi.

A sessão começou com um cuidadoso mergulho de cabeça no mar, cuja alta concentração em sal faz com que os corpos flutuem sem esforço.

Tunick pediu aos voluntários, em sua maioria jovens, que ficassem de costas, em direção ao lado jordaniano, e depois que recriassem a foto turística mais famosa do local, flutuando a mais de 400 metros sob o nível do mar.

Em seguida, houve outras originais composições na margem, que o fotógrafo dirigia por meio de um megafone de uma pequena torre de salva-vidas.

“Amo Israel e faço isto para salvar o Mar Morto, que em 50 anos pode desaparecer”, disse mais tarde à imprensa o artista nova-iorquino, que destacou que se trata do “único país do Oriente Médio onde é possível efetuar este trabalho”.

Tunick, que é judeu, lembrou também que sua família vive em Israel e que o Mar Morto faz parte das lembranças de sua infância.

Para realizar o projeto, com o qual sonhava desde o início de sua carreira, Tunick arrecadou dinheiro através da internet. Mais de 700 pessoas responderam ao seu pedido e forneceram US$ 116 mil.

Seu propósito inicial era fazer as imagens no porto de Tel Aviv, mas os custos e a polêmica o fizeram mudar de opinião. O nome da praia onde as fotos acabaram sendo produzidas foi mantido em segredo até o último minuto, inclusive para os modelos.

A razão para o mistério é que o projeto havia sido alvo de duras críticas dos setores mais intolerantes do Estado judeu. O deputado Zevulun Orlev, do partido ultranacionalista Habait Hayehudi, recorreu a uma imagem bíblica para se posicionar contra o que definiu como uma “Sodoma e Gomorra” fotográfica.

Já um de seus colegas no Parlamento, Nissim Ze’ev, do partido ultra-ortodoxo sefardita Shas, declarou que mais do que criatividade, via na ideia “uma forma de prostituição”.
Veja as fotos
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AFP

Equipe OS NATURISTAS

A Arte do Nú por André Brito

Sensualidade a preto e branco
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 As suas imagens a preto e branco contam histórias de sintonias de luz em linhas de corpos anónimos, perfeitamente delineados. Nos olhos tem o plano e a perspectiva, das mãos sai o clique perfeito que regista a sensualidade à flor da pele. Apaixonado por fotografia desde que se lembra, faz dela o seu modo e razão de existir: chama-se André Brito e o seu trabalho não precisa de descrições, apenas de um olhar mais demorado.
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Nasceu no Porto, em 1972, e a ligação com a fotografia vem da infância, do pai, com quem aprendeu os princípios básicos da arte. Quando este faleceu, herdou as suas máquinas fotográficas e, desde então, nunca mais parou de fotografar – e fotografava tudo. Depois de concluir os estudos decidiu conciliar duas das suas paixões: a fotografia e o mergulho com escafandro autónomo. Numa questão de meses, a fotografia subaquática possibilitou-lhe uma enorme evolução, em termos técnicos, devido às exigentes características da iluminação artificial.

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Em 2003 surgiram os trabalhos de nus: em estúdios improvisados com candeeiros de halogéneo, cartolinas a servir de reflectores e modeladoras e caixas de luz feitas com caixotes de papelão. Só em 2005 comprou, finalmente, o seu primeiro kit de iluminação e encontrou um espaço para montar um estúdio.

O trabalho de nus de André Brito decorre em dois cenários: estúdio e exteriores. Em estúdio, o estilo varia entre movimentos e grafismos estáticos e simétricos, adoptando por norma poses sensuais, em tensão, retratando sempre um corpo feminino forte e poderoso. A pose e a iluminação são os dois ingredientes fundamentais que compõem a maior parte das suas imagens de estúdio, e um não funciona sem o outro.

O seu trabalho tem tido grande aceitação e reconhecimento, contando já com publicações em diversas revistas e livros nacionais e estrangeiros. André acredita que a internet é, actualmente, o canal de eleição para a divulgação de trabalhos fotográficos.

As comunidades online onde é possível publicar fotografias são, no seu entender, uma forma económica, acessível, prática e eficaz de divulgação. Aconselha, no entanto, a que se mostre “pouco e apenas o muito bom, o que realmente acreditamos ser uma excelente imagem.”

 Equipe OS NATURISTAS