Ciclistas prostestam nús no Peru.

Pelo quinto ano consecutivo, cerca de 300 ciclistas nus e corpo pintados visitou ao longo de várias ruas Limean, como uma demonstração pintoresque contra os maus tratos que sofrem todos os tipos de drivers.

Homens e mulheres de diversas faixas etárias corriam em suas bicicletas de Miraflores para centro de Lima, provocando surpresa geral de motoristas e pedestres também.

“O governo deve entender que os ciclistas precisam de proteção, estamos nus hoje, porque essa é a maneira que nós sentimos hoje em relação a leis que não nos proteger”, disse Octavio Zegarra, um dos organizadores do protesto.

“Nós ajudamos a cuidar do meio ambiente, mas as leis só protegem os condutores de veículos, ciclistas, vários foram atingidos e morreram posteriormente”, acrescentou Zegarra.

Embora não existam números oficiais especificamente sobre os ciclistas que foram vítimas de hit-and-run, acidentes de trânsito deixam um total de 3.500 mortos e 50.000 feridos a cada ano.

Equipe OS NATURISTAS

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Classicos Nudistas

O nudismo nos anos 60

Fkk Couple

Os “hippies” (no singular, hippie) eram parte do que se convencionou chamar movimento de contracultura dos anos 1960 tendo relativa queda de popularidade nos anos 1970 nos EUA, embora o movimento tenha tido muita força em países como o Brasil somente na década de 70. O movimento foi encerrado no Brasil entre os anos de 1982 e 1990, pois o presidente da época não estava aturando o uso excessivo de drogas lícitas e ílicitas, além de provocações verbais com os cidadãos que não eram a favor.

 Uma das frases ideomáticas associada a este movimento foi a célebre máxima “Paz e Amor” (em inglês “Peace and Love”) que precedeu á expressão “Ban the Bomb” , a qual criticava o uso de armas nucleares. Mais info

As questões ambientais, a prática de nudismo, e a emancipação sexual eram ideias respeitadas recorrentemente por estas comunidades.

67mt. Camping

Adotavam um modo de vida comunitário, tendendo a uma espécie de socialismo-anarquista ou estilo de vida nômade e à vida em comunhão com a natureza, negavam o nacionalismo e a Guerra do Vietname, bem como todas as guerras, abraçavam aspectos de religiões como o budismo, hinduismo, e/ou as religiões das culturas nativas norte-americanas e estavam em desacordo com valores tradicionais da classe média americana e das economias capitalistas e totalitárias. Eles enxergavam o patriarcalismo, o militarismo, o poder governamental, as corporações industriais, a massificação, o capitalismo, o autoritarismo e os valores sociais tradicionais como parte de uma “instituição” única, e que não tinha legitimidade.

O termo derivou da palavra em inglês hipster, que designava as pessoas nos EUA que se envolviam com a cultura negra, e.x.: Harry The Hipster Gibson.

Em 6 de setembro de 1965, o termo hippie foi utilizado pela primeira vez, em um jornal de São Francisco, um artigo do jornalista Michael Smith. * A eclosão do movimento se deu em consequencia do surgimento da chamada Geração Beat, os beatniks, uma leva de escritores e artistas que, primeiramente, assumiram os comportamentos copiados pelos hippies.

Com a palavra “beat”, John Lennon, transformado em um dos principais porta-vozes pop do movimento hippie, criou o nome da sua banda – The Beatles. Tanto o termo beatnik como o termo hippie assumiam sentido pejorativo para a grande massa norte-americana.

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Nos anos 60, muitos jovens passaram a contestar a sociedade e a pôr em causa os valores tradicionais e o poder militar e econômico. Esses movimentos de contestação iniciaram-se nos EUA, impulsinados por músicos e artistas em geral.

Os hippies defendiam o amor livre e a não-violência. O lema “Paz e Amor” sintetiza bem a postura política dos hippies, que constituíram um movimento por direitos civis, igualdade e anti-militarismo nos moldes da luta de Gandhi e Martin Luther King, embora não tão organizadamente, mantendo uma postura mais anárquica do que anarquista propriamente, neste sentido.

Como grupo, os hippies tendem a viver em comunidades coletivistas ou de forma nômade, vivendo e produzindo independentemente dos mercados formais, usam cabelos e barbas mais compridos do que era considerado “elegante” na época do seu surgimento.

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Muita gente não associada à contracultura considerava os cabelos compridos uma ofensa, em parte por causa da atitude iconoclasta dos hippies, às vezes por acharem “anti-higiênicos” ou os considerarem “coisa de mulher”.

Foi quando a peça musical Hair saiu do circuito chamado off-Broadway para um grande teatro da Broadway em 1968, que a contracultura hippie já estava se diversificando e saindo dos centros urbanos tradicionais.

Os Hippies não pararam de fazer protestos contra a Guerra do Vietnã, cujo propósito era acabar com a guerra. A massa dos hippies eram soldados que voltaram depois de ter contato com os Indianos e a cultura oriental que, a partir desse contato, se inspiraram na religião e no jeito de viver para protestarem.

Seu principal símbolo era a Figura circular com 3 intervalos iguais.

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Pedalando Nú.

Pode parecer difícil e incoerente a associação do nu ao ato de pedalar, mas aqueles que pedalam todos os dias em qualquer metrópole do mundo conseguem captar com facilidade a mensagem que pretendemos passar.

Enquanto os motoristas se sentem “protegidos” dentro das suas carruagens de metal, os ciclistas estão nus, sem nenhuma proteção, dependendo apenas da vontade dos motoristas em protegê-los ou não.

Chega a ser discrepante e incoerente a absurda quantia que a indústria automobilística investe para garantir a segurança dos seus clientes, sem importar a velocidade que eles se encontrem, criando verdadeiros tanques de guerra urbanos, onde quem está dentro está protegido, já quem vive fora da bolha…

Enquanto alguns comerciais automotivos exaltam e estimulam a velocidade de seus carros, pedestres e ciclistas perdem a vida diariamente em acidentes de trânsito, que só em São Paulo ceifam a vida de 1500 pessoas por ano. Desses apenas 18% dos mortos são motoristas e passageiros.

Pedalar nu é um ato de protesto que busca chamar a atenção da fragilidade do ciclista no trânsito, além de motivar a sociedade a debater o mal uso do carro nos centros urbanos. Esse ato é realizado anualmente em várias cidades ao redor do mundo na manifestação batizada como WNBR (World Naked Bike Ride). A história começou em Zaragoza na Espanha em 2002 e hoje acontece em mais de 200 cidades pelo mundo. No Brasil a primeira edição expressiva ocorreu em 2008, reunindo cerca de 500 ciclistas e teve até repercussão mundial.

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Naturista neozelandês vai à Justiça para poder andar nu

Um neozelandês decidiu recorrer à Suprema Corte para legalizar o ciclismo nudista em via pública, informa nesta quarta-feira (17) a imprensa da Nova Zelândia.

 Nick Lowe, um construtor de 40 anos, entrou com um recurso contra uma multa de US$ 140 que um juiz lhe impôs por andar de bicicleta nu.

O argumento usado na queixa feita à Justiça neozelandesa foi de que o país deveria ser mais tolerante.

Lowe acha que não faz nada ofensivo por andar nu de bicicleta na semidesértica estrada que chega à casa que tem em Upper Hutt, um pequeno povoado a 32 quilômetros de Wellington, a capital do país.

“É um estilo de vida, não se trata de exibicionismo. É que me sinto incomodado usando roupa”, diz o neozelandês, denunciado à Polícia por um motorista que se surpreendeu ao passar por ele na rodovia.

Lowe afirma que se sente melhor pelado: “Ando nu em casa. Fico no gramado nu, rego o jardim nu… Por que preciso usar roupa se não quero?”, questiona.

No recurso apresentado ao Supremo, o construtor lembrou que a Nova Zelândia endossa o Dia Nacional dos Nudistas, o Dia dos Casais Nudistas e até uma corrida de bicicleta com pessoas nuas em Central Otago, uma região da Ilha do Sul.

Ele argumentou ainda que ninguém reclamou quando disputou nu um triatlo, competição para a qual, como não poderia deixar de ser, treinou sem roupa. O resultado do processo será divulgado nos próximos dias

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Corrida de pelados

Desde 1999, no norte de Espanha tem corrida de pelados

O grupo começa a disputa da corrida Patxi Ros com uma prova de 5 mil metros que é igual a qualquer outra, com a diferença que todos os competidores só podem correr pelados (a exceção fica por conta dos tênis). A corrida vai entre os municípios de Sopelana e Getxo.

Além disso, todos têm que assinar um contrato cedendo os direitos de imagem aos meios de comunicação credenciados. Este ano a prova teve um recorde de participantes, com 136 peladões.

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A moda é trabalhar nú

Equipe trabalha nua para estreitar laços e levantar moral

Funcionários de uma empresa na Inglaterra chegaram a uma solução bastante inusitada para curar a crise no setor e estreitar laços. Todos decidiram seguir as orientações de um psicólogo, que aconselhou a equipe a trabalhar toda sexta-feira pelada.

David Taylor afirmou que se tirassem as roupas, os funcionários seriam mais honestos e haveria uma relação mais aberta uns com os outros. O objetivo central era elevar a moral dos empregados da empresa após o corte de pessoal depois da crise financeira. O dia escolhido para iniciar os trabalhos foi sexta-feira, que passou a se chamar Naked Friday (Sexta-feira Nua).

O dia dos pelados no escritório foi filmado e se transformou num documentário. O programa de TV se chamará “Naked Office” e irá ao ar no dia 9 de julho na TV a cabo no Reino Unido.

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