Bacantes Dionisiacas

A última tragédia grega conhecida, Bakxai (406 a.c.) de Eurípedes, BACANTES.

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Reconstitui o ritual de origem do teatro em 25 cantos e 5 episódios, com música composta por José Celso Martinez Corrêa. É a chegada do deus Dionysios, deus do teatro, do vinho, do carnaval, filho de Zeus e da mortal Semelle, em sua cidade natal, TebaSP, que não o reconhece como deus.

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Seduzidos por esse deus que acabou de chegar, o governador Kadmos, suas filhas Agave, Autonoe, Ino e “tudo quanto é mulher da Cadméia” vão pro morro, pra participar da festa de Dionysios. Penteu, neto do governador, agora presidente de TebaSP, manda cortar, não oferece nada para os ritos da nova religião dionizíaca, e por isso acaba caindo na tragédia provocada por Dionysios e perdendo a cabeça na festa pelas mãos da mãe Agave.

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BACANTES é a peça que inspirou a atual arquitetura do Oficina, dos arquitetos Lina Bo Bardi e Edson Elito. O teatro tem no seu conjunto uma fonte, um jardim, um teto-móvel que se abre para o céu de São Paulo e uma pista ladeada de arquibancadas. Apresentada para 2.600 espectadores em Riberão Preto, BACANTES foi em 1995, a grande atração do Festival de Teatro Grego dessa cidade do Estado de São Paulo.

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No ano seguinte, no festival internacional de teatro no Rio de Janeiro, Rio Cena Contemporânea, a montagem do Teatro Oficina, foi considerada o acontecimento cultural do ano na cidade. Em São Paulo a peça permaneceu em cartaz durante seis meses em 1996. Suas três únicas apresentações em Salvador, num circo montado no Museu de Arte Moderna da Bahia, atraiu mais de 3.500 espectadores, numa festa de delirante alegria.

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Em 2001 foi remontada e filmada em DVD que saiu em 2008 patrocinado pela Petrobras, no Festival Teatro Oficina. No ano de 2009 o Oficina realizou duas apresentações em Araraquara, a convite do Sesc. E em 2010 a peça entra na programação das Dionisíacas para viajar o Brasil. Com 3h45min de duração e dois intervalos de 15min, BACANTES, é uma superprodução da UZYNA UZONA, sob direção de Zé Celso Martinez Corrêa.

Equipe OS NATURISTAS

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Casal dinamarquês é preso após passear nu pelas ruas de Paris

Andar nu pode custar um ano de prisão e multa de 15 mil euros.

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Dois turistas dinamarqueses, um homem e uma mulher de 21 anos, foram detidos no último dia 7 enquanto passeavam completamente nus pelas ruas de Paris, informou a revista Prama, publicação da prefeitura parisiense.

Depois de passar a noite sem dormir, os dois turistas resolveram “fazer uma experiência” em seu último dia na Cidade Luz, e dar uma volta sem usar qualquer roupa, apesar de não descartarem os calçados.

Primeiro compraram uma bomba de chocolate numa padaria do 18º distrito da capital francesa, antes de entrar numa estação de metrô, quando um agente de segurança metroviário avisou a policia, que prendeu os nudistas.

A prefeitura de Paris recorda na matéria que andar nu pela via pública pode custar um ano de prisão e uma multa de 15 mil euros por atentado ao pudor.

Equipe OS NATURISTAS

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