Praia do Pinho em SC, entre as melhores do mundo

O site The Huffington Post elegeu as melhores praias de nudismo do mundo.

Na lista, há treze lugares onde os visitantes podem ficar como vieram ao mundo sem nenhuma preocupação. Um deles é a Praia do Pinho (fotos acima), em Balneário Camboriú – SC – a única praia de nudismo brasileira na lista. As demais são: Saline Beach (Caribe), Es Cavallet Beach (Espanha), South Beach (Florida), Black’s Beach (California), Plage de Tahiti (França), Paradise Beach (Grécia), Little Beach (Havaí), Playa El Aqua (Venezuela), Clifton Beach (África do Sul), Baker Beach (São Francisco), Haulover Beach (Flórida), Wreck Beach (Canadá).

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Nudismo Espanhol

Quem teria pensado que a Espanha seria amiga dos nudistas

É realmente formidavel,  como algumas comunidades da Europa tem adotado o nudismo . Nossa surpresa maior foi na  Espanha, sendo uma das nações mais religiosas e conservadoras da Europa, pode-se ver idosos, jovens casais todos adotando esta forma natural de bem viver.

O que acrescenta um charme peculiar para testemunhar a sua prática do estilo de vida naturista. Quando jovens espanhóis visitam  uma praia de nudismo e assimilar-se é com uma elegância e encanto. Como as imagens, ilustram cada vez mais, as mulheres espanholas, mesmo os mais velhos, têm uma beleza escultural  e impressionante.

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O Naturismo de ambos os lados do Atlantico

Para se saber qualquer coisa não há nada melhor do que perguntar! E foi exatamente isso que eu fiz!

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Queria saber se existiam muitas diferenças na forma como o naturismo é vivido e sentido em locais tão distantes como a América do Sul e a Europa, neste caso em concreto no Brasil e na Itália.

Tive a excelente colaboração de dois jovens, a Fernanda de 26 anos, que me respondeu do Brasil e o Roberto, de 31 anos que me respondeu de Itália.

Fernanda  ouviu falar pela primeira vez sobre Naturismo na televisão aos 14 anos e a partir daí interessou-se e procurou saber mais sobre o assunto. Roberto teve um primeiro contacto mais “visual” com o Naturismo, pois foi numas férias em Sardenha com a família, que depois de uma grande caminhada pela praia, encontrou duas famílias holandesas naturistas que alegremente andavam por ali todos nús. Ficou curioso, quis saber mais!

Ambos demoraram alguns anos entre o terem conhecimento do Naturismo e o praticarem Naturismo. No caso da Fernanda, foi menos tempo, cerca de 8 anos, mas ela diz que sempre gostou de tomar banho nua no rio da fazenda do tio, enquanto que o Roberto não teve estas “facilidades” e apenas teve um contato pessoal e directo com o Naturismo, 10 anos depois de ter visto naturistas pela primeira vez numa praia em Sardenha quando tinha 15 anos.

Razões para isso? Roberto acha que se deve ao facto de viver no Norte de Itália, região muito conservadora e longe do mar, em que para além de não haver muitos locais para a prática do naturismo, teve que esperar até poder “decidir” que queria ser naturista e encontrar o ambiente certo para o fazer.

Em relação à companhia, ambos costumam praticar naturismo com os companheiros, mas a Fernanda, também pelo facto de viver num país mais quente, refere que é frequente encontrar-se com amigos e as suas famílias em praias naturistas. Para o Roberto isso já é uma situação mais complicada, pois nem a sua família, nem muitos dos seus amigos são naturistas. Enquanto Fernanda diz que pratica naturismo em casa, com a toda a família, Roberto diz que para ele isso seria impensável.

Tanto a Fernanda como o Roberto referem que apenas poucos dos seus amigos mais íntimos sabem que são naturistas, mas por diferentes razões. Para o Roberto, inserido numa região de Itália em que as mentalidades são fortemente conservadoras, é difícil partilhar com as pessoas que o rodeiam o facto de gostar de praticar nudismo social, num ambiente familiar e natural, e diz que até já perdeu bons amigos que não compreenderam esta sua forma de estar. Ao princípio, Roberto diz que sentia vontade de contar aos amigos e de os trazer consigo, mas agora apenas fala sobre o assunto com aqueles que demonstram algum tipo de interesse. Preferiu “guardar” só para si e transformar o naturismo num segredo seu, para não ver este conceito deturpado e mal compreendido pelas mentalidades menos abertas. Em relação a Fernanda, ela optou por não tornar demasiado público o facto de ser naturista por questões meramente profissionais, pois é professora e o facto de praticar nudez social podia não ser bem encarado pelos pais e mal compreendido pelas crianças.

Quando questionados se já tinham conseguido fazer com que alguém aderisse ao naturismo, a Fernanda refere que para ela não foi muito difícil convencer os amigos e que eles se tornassem naturistas convictos, e em relação aos mais jovens, defende que os principais argumentos a serem apresentados para que eles adiram ao naturismo, é o facto de aprenderem que o corpo humano é igual em todos os seres humanos, que passa pelo mesmo tipo de transformações ao longo da vida e que todos passamos por várias fases que têm que ser encaradas com naturalidade. Roberto por seu lado, apenas conseguiu mostrar e fazer compreender todos os benefícios do naturismo a um casal amigo, que agora é naturista, mas pratica muito mais no estrangeiro do que em Itália. Em relação aos jovens, e porque sentiu que foi o que lhe fez falta, Roberto pensa que se lhes deve explicar que no meio naturista todos os corpos são aceites naturalmente e que com as suas diferenças e semelhanças, todos somos respeitados e não julgados por termos ou não as “formas” que o mundo material nos impõe.

Falando das diferenças homens/mulheres em relação à forma como vivem o naturismo, ambos acham que as mulheres vivem o naturismo de uma forma mais intensa e mais séria. Fernanda diz que as mulheres são sempre mais relutantes em relação aos homens, a entrar numa “onda” naturista, mas que depois de sentirem o naturismo a sério, que as mulheres se entregam mais e vivem mais intensamente a questão da sua própria nudez. Roberto é exactamente da mesma opinião, pois refere que sendo as mulheres menos aventureiras nas questões de se despirem em frente aos outros, quando decidem fazê-lo, conseguem fazê-lo com mais naturalidade que os homens, porque estes, mesmo sem serem naturistas, podem estar semi-nús em diversos locais sem que exista alguma tipo de censura social.

Fazendo uma comparação entre o Naturismo em Itália e no Brasil, penso que o Brasil está neste momento, como diz a Fernanda, a atravessar “uma revolução” francamente positiva nos assuntos relacionados com o Naturismo, pois começou-se agora a falar do assunto de uma forma séria e a ser divulgado nos media segundo uma abordagem mais consistente e respeitosa. Em relação a Itália e pelo que me apercebi nas várias conversas que tive com o Roberto, na região onde ele vive, ainda existe muito o tabú da nudez social, que as mentalidades ainda não estão suficientemente “disponíveis” para compreender um conceito tão básico como é a própria nudez e o saber partilhá-la num ambiente familiar e saudável.

Por último, deixo aqui uma frase de cada um dos nossos colaboradores que mostra o significado que o Naturismo tem para eles:

Fernanda: “O Naturismo para mim é a concretização da liberdade que todo o ser humano procura. Me sinto mais próxima às pessoas e muito mais feliz.”

Roberto: “Quando estou nú, sinto-me invencível pois estou em comunhão com a Natureza, faço parte do Universo, sem filtros!”

Liliana

Fonte Jovens pelo Naturismo

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Segura na mão de Deus e vai, pelados é claro!

Como Adão e Eva no Paraíso: Integrantes de igrejas evangélicas descobrem que o naturismo também é uma forma de comunhão com Deus e vão à praia nus.  

O catarinense Estevão gosta de orar nu para se sentir mais próximo da natureza.

Ele já foi expulso de uma igreja. Um paraíso ecológico, nenhuma roupa e… a Bíblia Sagrada. Pode parecer contraditório, mas naturismo também é coisa de crente. Isso mesmo: no Rio, até mesmo pastores evangélicos se bronzeiam como vieram ao mundo nas praias freqüentadas por nudistas. Membro de tradicional igreja evangélica há sete anos e naturista há 15, o comerciante Carlos Moreira, 44 anos, é um dos que defendem que não há barreiras entre a religião e o nu.

“O pecado não está no corpo despido, mas, sim, na malícia das pessoas. Meu coração é puro”, argumenta.

A comunhão entre Deus e nudismo custou caro ao arquiteto curitibano Estevão Prestes, 31 anos. Evangélico há 14 anos e freqüentador da Praia do Pinho (Santa Catarina) há três, ele foi expulso da Igreja do Evangelho Quadrangular, da qual foi professor da escola dominical.

“Quando meus hábitos foram descobertos, fui chamado pelos pastores a um conselho. Houve a leitura de acusação formal de comportamento imoral”, conta Estevão, que hoje é membro da Igreja Presbiteriana. “Não escondo que sou naturista, mas também não ando com crachá. Os que sabem, me aceitam”, garante.

Estevão gosta de orar sozinho na praia e de ler a Bíblia – nu, é claro: “A vivência naturista me aproxima da espiritualidade. Tenho momentos de comunhão com a natureza, com Deus e o com próximo”, justifica.

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Pelados ficavam seus avós.

Despidas de preconceito, revistas de nudismo dos anos 50 promoviam o naturismo no Brasil.

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Na década de 50, médicos, jornalistas e generais tentaram trazer os campos de nudismo europeus para nossas praias e também para páginas de revistas. Uma década antes da revolução sexual, eles sofreram na pele o preconceito contra a defesa de uma relação mais livre com o corpo. Andar pelado dentro de casa desde que completou 8 anos de idade, no já distante ano de 1945, não chegava a incomodar os pais do futuro jornalista e biólogo carioca Paulo Pereira da Silva.

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O patriarca, aliás, era um austero coronel do exército brasileiro, mas nunca ligou para a mania do único filho do casal. Somente a avó o censurava: “Menino, põe um calção senão você vai pegar resfriado”. Mas o moleque loiro não estava nem aí. Mesmo diante das visitas, passava com o pinto à mostra, na maior naturalidade. “Como se fosse índio”, lembra.

Aos 14 anos de idade, em 1951, ele podia se considerar um privilegiado: seu tio Jorge Luiz, ao perceber sua mania e com a chegada da adolescência, passou a abastecê-lo às escondidas com exemplares da combatida revista Saúde e nudismo. A intenção era dar ao menino o que se poderia chamar de “estimulante”. Coisa rara na época.

Masturbação não era apenas um pecado gravíssimo, segundo a igreja. Os psiquiatras a classificavam como um nocivo “vício da imaginação” e livros foram escritos condenando a prática. Quem quisesse aliviar a tensão sexual na solidão do quarto ou do banheiro ou memorizava o decote e as coxas de alguma musa no cinema ou recorria aos recatados anúncios de roupa íntima das marcas Valisère e Vivian nas revistas que a mãe comprava – A cigarra, Jornal das moças ou, principalmente, o Anuário das senhoras

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Mas não era somente o erotismo das garotas peladas de Saúde e nudismo que o atraía. O garoto já tinha ouvido falar em Dora Vivacqua, a Luz del Fuego, jovem mineira de classe alta que virara dançarina e havia escandalizado o país ao criar, em 7 de setembro de 1949, o Partido Naturalista Brasileiro (PNB), que defendia a criação de espaços públicos onde famílias pudessem andar peladas numa busca de harmonia com a natureza. Pereira passou a ler os artigos que a revista publicava, principalmente de Daniel de Brito Filho, de quem se tornaria grande amigo.

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E sua vida, desde então, seria pautada por uma interminável luta para estabelecer áreas de nudismo no Brasil. E assim ele chegaria a 2009, aos 72 anos.

Por Gonçalo Júnior para Revista Trip

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Naturismo Familiar

Não pregamos aqui que todos andem nus por aí, que o uso das roupas seja abolido.

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O que desejamos que aconteça é que as pessoas desmistifiquem a nudez. Que a nudez seja vista de uma maneira natural, sem erotismo. A nudez familiar é o meio mais apropriado para que o corpo humano seja aceito na sua forma natural.

Permanecer vestido apenas quando estritamente necessário já é um bom começo. Fique sem roupas após o banho por um tempo mais prolongado, olhe-se no espelho e acostume-se com seu corpo nu.

Durma com o mínimo de roupas possível, deixe que os cobertores façam o papel de aquecedor. Um short para os homens (sem cuecas, é claro) e uma camisola para as mulheres (sem calcinhas e sutiã) já é o suficiente.

Não julgue o corpo humano como uma coisa feia e suja. Não ensine isso aos seus filhos, com certeza assim, eles terão uma saúde mental e um posicionamento mais saudável perante a nudez.

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Empresa oferece cruzeiro nudista

O mundo está repleto de ofertas de cruzeiro.

Mas definitivamente não como essa. Uma empresa decidiu lançar para agosto de 2011 um cruzeiro para nudistas. O trajeto escolhido é a costa da Croácia, na Europa. O pacote de oito dias inclui uma visita à ilha de Rab, conhecida entre os agentes de viagem como a ilha do amor. Sugestivo, não?

“A Croácia tem várias praias para naturistas. Os passageiros ficarão pelados para nadar e tomar sol, mas estarão vestidos para o jantar”, afirmou ao The Telegraph o porta-voz da eWaterways.

A empresa espera que seu pacote, a partir de R$ 1,3 mil (500 libras), atraia a atenção de europeus de várias nacionalidades, mas especialmente os alemães “bastante fãs do nudismo”. O itinerário do cruzeiro ainda inclui paradas nas ilhas de Molat, Olib e Losinjna, na cidade medieval de Cres e na vila de pescadores Volosko.

Fonte: Época Negócios

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